terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A história de uma Bíblia escondida 24 jan 2012Coreia do Norte Provavelmente em nenhum outro lugar do mundo existem tantas bíblias literalmente escondidas no subterrâneo como na Coréia do Norte. No país que é o número 1 na Classificação de Países por Perseguição da Portas Abertas Internacional, a Bíblia é absolutamente proibida. Às vezes elas são escondidas para que o governo não condene os cristãos que as possuem O refugiado cristão Lee Joo-Chan lembrou-se de como seus pais saíram para pegar as suas bíblias. “Todas as noites eles iam até o jardim e desenterravam um pote. Eles tiravam um livro de capa preta e o liam. Eles sempre nos disseram para nunca falar desse livro para outras pessoas. Eu sabia que eles não estavam brincando conosco e que seríamos mortos se outras pessoas soubessem do livro proibido. Às vezes minha mãe dizia que Deus estava vivo e que nós tínhamos que obedecê-Lo.”. Em algum momento, a família foi capturada por motivos desconhecidos e enviada para o trabalho no campo. Eles passaram anos em circunstâncias horríveis, enquanto a bíblia era mantida em seu esconderijo. Depois que a família finalmente foi liberada, a Portas Abertas teve a possibilidade de ajudá-los a se restabelecerem através nos nossos contatos. “Eles eram tão gratos, eles nos deram essa Bíblia”, disse o irmão Simon, principal ponto de contato da Portas Abertas para os cristãos perseguidos na Coréia do Norte. “Claro que nos certificamos que eles recebessem uma nova bíblia”. Um dia, as Bíblias, hinários e outros materiais cristãos, que a Portas Abertas tem recebido nos últimos anos, serão trazidos novamente para a Coréia do Norte. “Então poderemos mostrar que ao povo norte-coreano o infinito e indestrutível poder da Palavra de Deus”, disse Simon. FontePortas Abertas Que Deus vos abençoe

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Hillary Clinton pede que Irã liberte o Pr. Yousef 14 dez 2011IRÃ

Hillary Clinton pede que Irã liberte o Pr. Yousef 14 dez 2011IRÃ Após quase 200 mil petições de americanos para que o governo dos EUA intervenha a favor de um pastor iraniano que enfrenta a pena de morte por sua fé, a Secretária de Estado Hillary Clinton finalmente pediu sua libertação "Hoje, pedimos a cada governo para libertar todos os prisioneiros de consciência imediata e incondicionalmente, incluindo o Pastor Youcef Nadarkhani", disse Clinton no sábado. Youcef, 34 anos, foi sentenciado à morte em 2009 por deixar a fé islâmica a despeito de suas reivindicações de que nunca foi muçulmano. O Centro Americano para Lei e Justiça (CALJ), que lançou a petição para salvar a vida do pastor, se agradou deste último acontecimento. “Nós apreciamos a forte declaração da Secretária de Estado Clinton em apoio ao Pastor Yousef”, disse Jordan Sekulow, conselheiro chefe do CALJ, em uma declaração no último sábado. “Continuaremos trabalhando com o Departamento de Estado para lutar pela libertação do Pastor Yousef, enquanto esperamos por uma decisão do líder da Suprema Corte do Irã, Aiatolá Ali Khamenei, no fim deste mês”, prometeu ele. FonteCBN News TraduçãoGetúlio Cidade Links relacionados

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Exército ataca igreja e tortura fiéis

Exército ataca igreja e tortura fiéis
14 nov 2011Mianmar
O Christian Solidarity Worldwide (CSW) recebeu um relatório vindo de fontes de dentro do Estado de Kachin, em Mianmar, alegando que soldados do Exército do país dispararam contra fiéis de uma igreja em Wai Township Mav no fim de semana

Soldados da Divisão 88 do exército de Mianmar da Infantaria Ligeira atacaram a igreja Assembleia de Deus, em Muk Chyik, no dia 6 de novembro, ferindo várias pessoas. A congregação foi expulsa da igreja e os soldados supostamente roubaram o cofre de doações da igreja.

A casa de um membro da igreja, o Sr. Jumphpawk Havng Lum, foi incendiada. Pelo menos cinquenta membros da igreja foram presos e levados para trabalhar como carregadores forçados do exército de Mianmar.

O pastor da igreja, reverendo Yajawng Hkawng, foi severamente torturado e está no hospital. Um dos diáconos da igreja, Hpalawng Hkawng Lum, que é líder dos jovens e da equipe de louvor, foi ferido na perna.

Benedict Rogers, da CSW, disse: “Os militares de Mianmar desencadearam uma onda de terror contra civis num momento em que o regime está falando sobre reforma.”

Esses ataques no Estado de Kachin – que envolvem estupros, trabalho forçado, assassinato de civis e perseguição religiosa – são violações graves contra os direitos internacionais e devem ser interrompidos.

Atacar igrejas onde civis se reúnem para orar em paz é uma grave violação da liberdade religiosa. A comunidade internacional deve tomar medidas imediatas para prestar assistência humanitária aos cristãos em Kachin, para que haja um fim dessa cultura de impunidade que está presente em Mianmar há muito tempo.

FonteChristian Solidarity Worldwide
TraduçãoLucas Gregório

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pastor Yousef Nadarkhani é pressionado para voltar ao Islã


Irã
As autoridades iranianas estão tentando convencer o pastor preso Yousef Nadarkhani para voltar ao islamismo enquanto ele aguarda a palavra do líder supremo Ali Khamenei se ele deve ser executado por ter se convertido ao cristianismo

Recentemente, funcionários do governo apresentaram um livro ao pastor Yousef Nadarkhani que falava sobre a cultura islâmica em sua cela, em Rasht, informando que ele deveria repensar sobre sua decisão de continuar sendo um cristão.

O livro intitulado de “A Mensagem das Duas Eras” refere-se tanto ao Novo quanto ao Velho Testamento que estão na Bíblia cristã, que afirma que o cristianismo é uma invenção. Sem do assim o Islã é superior.

Segundo advogados e especialistas, ainda é incerto de qual seria a intenção do aiatolá ao mandar livros islâmicos para o pastor, pois pode ser visto como uma nova chance ao pastor ou também algo que confirme ainda mais a sentença de morte para ele.

Embora a primeira instância do tribunal houvesse decidido que o pastor não cometeu apostasia, como está sendo acusado, o tribunal deu a ele a oportunidade de se retratar e voltar ao islamismo, mas Nadarkhani repetidamente recusou os pedidos.

Todas as minorias religiosas do Irã têm enfrentado perseguição e marginalização política durante o atual governo iraniano, mas o governo sempre castiga com severas restrições aqueles que querem deixar o Islã e se converter a outras religiões.

Por favor, continue orando pelo pastor Yousef e por todos os cristãos perseguidos no Irã. Ore para que Deus possa ser manifestado por meio de nossos irmãos que estão sofrendo por amor a Cristo.

FonteWorthy News
TraduçãoLucas Gregório

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Somália

Somália
Os poucos cristãos são fortemente perseseguidos, e devem praticar sua fé em segredo. Alguns foram forçados a fugir para viver em outros países

A Igreja e a Perseguição Religiosa

A Igreja

Os primeiros missionários cristãos chegaram à Somália em 1881. Em quase um século de trabalho, eles conseguiram algumas centenas de convertidos, até que foram obrigados a se retirar do país em 1974.

O Cristianismo é uma religião minoritária na Somália: aproximadamente mil praticantes em uma população de mais de 9 milhões de pessoas.
A maioria dos cristãos somalis pertence à etnia minoritária bantu. Não há perspectiva de crescimento da igreja na Somália para os próximos anos, devido à constante instabilidade política e econômica em que vive o país e aos constantes ataques de grupos radicais islâmicos.

A Perseguição

A falta de lei no país (não há Constituição, por exemplo) abre espaço para o crescimento do extremismo religioso, que é o grande responsável pela perseguição aos cristãos somalis.

Há uma Carta de Direitos do governo de transição, mas não possui restrições ou proteções à liberdade religiosa. Duas regiões no país - Somalilândia e Puntlândia - adotaram o islamismo como a religião oficial. Em ambas as regiões, os muçulmanos não podem abandonar o islamismo, sob pena de morte. Ou seja, para os somalis, o ex-muçulmano é um infiel, que merece a morte.

Extremistas têm acusado organizações cristãs de ajuda humanitária de aproveitarem o caos no país para divulgar o evangelho. Tais acusações acabam atraindo a atenção da mídia e levando a ataques públicos contra os cristãos por parte dos jornais locais. Além disso, os partidos políticos muçulmanos têm publicado relatórios que detalham os programas evangelísticos e advertem severamente o povo somali a manter distância de tais atividades. Desde que se tornou independente, em 1960, a Somália sofre com grupos radicais, como o Movimento Nacional Somali (SNM), o Movimento Patriótico Somali (SPM), o Congresso Somali Unido (USC) e o mais conhecido deles, o Al Shabaab, grupo radical islâmico criado em 2004, que domina algumas áreas ao sul do país e tem como objetivo principal derrubar o governo de transição da Somália e instalar um governo teocrático baseado na Sharia (lei islâmica). O Al Shabaab é financiado pela Al Qaeda: além de causar instabilidade política no país, esses grupos coíbem e reprimem qualquer possibilidade de trabalho missionário ou de evangelismo no país.

História e Política

A Somália está localizada no extremo leste do continente africano, na região semiárida conhecida como Chifre da África. O território somali apresenta paisagens variadas, com regiões montanhosas ao norte, desertos e savanas na área central e uma região subtropical ao sul. A origem do nome do país é incerta, mas Somália significa “terra dos somalis”.

Há na Somália artes rupestres que datam do período paleolítico, de aproximadamente 9.000 anos antes de Cristo. As evidências mais antigas de cerimônias funerárias no Chifre da África foram encontradas em cemitério da Somália, datadas do ano 4000 a.C. Na antiguidade, os estados-cidades que formavam a Somália desenvolveram um comércio muito lucrativo com os principais impérios da época (Egito, Grécia, Pérsia, Roma), aos quais fornecia especiarias como mirra e incenso.

No século VII os árabes se instalaram na costa da Somália, com o intuito de desenvolver o seu comércio na região e pregar a religião islâmica. A rápida adesão ao Islã por parte da população somali influenciou para que a religião se expandisse com sucesso por todo o seu território. No século XIX, as cidades litorâneas da Somália foram incorporadas ao Império Turco-Otomano. No século XX, tornou-se colônia italiana juntamente com a Etiópia, denominada Somalilândia Italiana; durante a Segunda Guerra Mundial, parte do seu território foi ocupada pelos britânicos.

A Somália tornou-se independente em 1960, quando italianos e britânicos se retiraram e o território foi unificado. Desde sua independência, o país tem tido conflitos com a Etiópia pela posse da região de Ogaden (Estado da Etiópia).

A Guerra Fria acabou por beneficiar a Somália economicamente, pois o país recebia subsídios da União Soviética em um primeiro momento; mais tarde, passou a recebê-los dos Estados Unidos. Apesar disso, os conflitos internos e externos acabaram por devastar a nação e sua população.

Em 1991, uma sangrenta guerra civil derrubou a ditadura governante e lançou o país em total desgoverno, com mais de 20 clãs armados lutando entre si pelo poder. Em 1992, as Nações Unidas intervieram no conflito, a fim de fornecer ajuda humanitária aos necessitados.

Embora o caos e a luta entre os diversos clãs ainda persistam em quase todo o território somali, um governo de transição foi estabelecido em 2004 para promover o processo de paz, após a iniciativa do presidente de Djibuti, Ismael Omar Guelleh, de reunir mais de dois mil representantes somalis em seu país.

O Governo Federal de Transição está situado na capital, Mogadíscio. A cada cinco anos escolhe-se um novo presidente para o governo de transição. No entanto, seu inimigo, a União de Cortes Islâmicas, embora tecnicamente derrotado, continua lutando, com a ideia de instaurar o caos e impor a lei islâmica à sociedade.

População

A maioria da população pertence à etnia somali, que se divide em inúmeros clãs. No entanto, os quatro maiores clãs - dir, daarwood, hawiye e isxaaq - respondem por aproximadamente três quartos da população do país. Os outros clãs, considerados inferiores, agrupam 20% dos somalis localizados no sul e uma minoria pertencente à etnia banta.

O islamismo é a religião oficial da Somália e, com raras exceções, a maioria dos somalis segue a tradição sunita. Há alguns hindus entre os indianos que trabalham no país.

A Somália é uma das nações mais pobres do mundo. Após anos de guerra civil, a economia entrou em colapso e é controlada por uma minoria que explora o narcotráfico, a venda de armas e o comércio de alimentos. A maioria dos somalis vive da pecuária e da agricultura de subsistência, dependendo dos programas de ajuda humanitária.

Economia
A economia do país foi praticamente devastada devido aos vários anos de guerra civil. A agricultura e a pecuária são os setores mais importantes da economia e correspondem a cerca de 40% do PIB do país. Devido às guerras e à fome, a Somália tem uma das mais altas taxas de mortalidade infantil do mundo; o país está entre os oito mais pobres do mundo.


Somália

Bandeira
Somalia
Região
Leste da África
Líder
Presidente de transição Sheikh SHARIF Sheikh Ahmed
População
9,9 milhões (37% urbana)
Cristãos
0,04%
Religião
Islamismo sunita 99,9%
Governo
Parlamento federal provisório

Fatos

Classificação de países por perseguição
5
Classificação anterior
4

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pastor Yousef permanece firme em sua fé

Pastor Yousef permanece firme em sua fé
29 set 2011Irã
Pastor Yousef Nadarkhani se recursou a negar sua fé em Jesus Cristo ontem na quarta e última audiência em um tribunal no Irã. Pastor Yousef foi condenado pelo crime de apostasia (abandonar o islamismo) e sentenciado a morte por enforcamento.

Pastor Yousef Nadarkhani se recursou a negar sua fé em Jesus Cristo ontem na quarta e última audiência em um tribunal no Irã. Pastor Yousef foi condenado pelo crime de apostasia (abandonar o islamismo) e sentenciado a morte por enforcamento.

O tribunal onde estão sendo realizados os julgamentos está cercado por forças de segurança desde que começaram as audiências do pastor. O tribunal concedeu a Yousef três chances para que ele pudessem se retratar, negar o cristianismo e voltar ao Islã. Somente dessa maneira ele poderia ter sua vida poupada. Mas em todos os casos, ele se recusou a negar a Cristo.

“Estou em contato com o Irã”, disse uma fonte próxima a família do pastor. “Mas as notícias não são muito boas, mas vamos esperar. Se eles realmente quiserem, eles podem matá-lo porque ele se recusou a negar sua fé. Deixamos tudo nas mãos de Deus.”

Um advogado de defesa disse a família Nadarkhani e amigos que havia uma maneira de levar o caso ao Tribunal Supremo, o que poderia estender a pena de Nadarkhani na prisão, mas existe a informação de que o Supremo Tribunal Federal do país deseja que essa situação seja resolvida o quanto antes.

“Yousef é conhecido como um herói, por isso, se ele for libertado, o governo será visto como alguém que foi derrotado”, disse ele. “Mas se eles o deixarem na prisão, haverá mais pressão internacional.”

“Eles provavelmente não irão matá-lo hoje, mas podem fazer isso quando quiserem”, disse a fonte para o Compass. “Eles podem enforcá-lo ao meio dia ou então daqui a 10 dias. Às vezes entregam o corpo para a família junto com o veredito. Eles têm ultrapassado as fronteiras da lei”

A fonte disse que a esposa de Nadarkhani está muito apreensiva com relação a decisão do tribunal. Eles tem dois filhos: Joel, 7 anos, e Daniel, 9 anos. “A mulher dele está em depressão e preocupada. É uma situação difícil para toda a família.”

FonteCompass Direct
TraduçãoLucas Gregório



Amados seguidores ore pelo Pr.Yousef para que em frente a morte ele sinta a alegria do céu a doce cosolação do amado Espirito santo e permaneça firme, tb pela sua esposa e filhos que eles tb sintam a alegria e a cosolação do Espirito Santo e saber que vale a pena ser fiel a Deus e não negar o precioso nome de Jesus.

Ao ler estenda a tua mão e começe a orar que Deus vos abençoe.